28 de abril de 2008

Chick magnet

Ela: Já passaste por isto, vais ter de me ensinar - o que é partilhar uma vida, construir um futuro juntos, fundirmo-nos num só?
Ele: Basicamente é dividir as contas.
Ela: ... certamente haverá mais qualquer coisa...
Ele: Claro, o sexo. Mas mesmo isso ao fim de um certo tempo chateia.

16 de abril de 2008

Sexo grátis e nus artísticos

Mais um «supônhamos»: imaginem que são uma gaja, nos late twenties, boa como o milho mas sem um grande projecto de vida definido, se bem que empenhada em tudo o que faz, pese embora profissionalmente não ganhe peva (ou perto disso). Além disso, está desejosa de ser fecundada (tic-tac, relógio biológico e tal).

Agora suponham que o gajo de quem gostam, com quem querem viver para o resto da vida (ou assim o dizem) por acaso recém divorciado e com um sentido de humor a roçar o genial (note-se como evitei o trocadilho fácil de coçar o genital), vos diz secamente que voltar a casar e filhos jamais. Que não é pela fase que está a passar, não é uma coisa transitória, é mesmo uma opção sem regresso: brincar com o pirilau sim, mas gerar outros ou enfiar-lhe mais uma vez uma aliança, nem pensar.

A pergunta a vocês, a gaja boa como o milho: continuavam com o gajo?

6 de abril de 2008

Olha, ainda me lembro da password

Tenho a certeza de que têm acontecido coisas fascinantes e delirantes na minha vida ao longo dos últimos tempos, algumas delas, até, merecedoras de um post.

Mas um dos efeitos da medicação, recentemente revista e aumentada, é a perda da memória recente. Mas um dos efeitos da medicação, recentemente revista e aumentada, é a perda da memória recente.

E aos engraçadinhos que no post anterior comentaram não sei o que que o melhor é honestidade e frontalidade e mais não sei o quê... têm razão, é claro.

Fiquem bem.

29 de março de 2008

Agora um «supônhamos»

Imaginem que, após algumas semanas de inesperada e extremamente enriquecedora experiência sensorial (inevitavelmente incluindo o chamado pinanço), nos deparamos com a dúvida se é realmente isto (ou esta) que queremos para a nossa vida. Como resolver a situação? Um vil sms ou um sintético mail a dar com os pés está absoluta e terminantemente fora de questão, tal a falta de coragem e honestidade que qualquer deles implica. Simular a própria morte também não funciona, já experimentei. Ah, dúvidas, dúvidas...

23 de março de 2008

Sou uma mera desculpa de blogger...

Quando toda a gente sabe que um blogue só serve para engatar, o que é que eu fui fazer? Envolver-me sentimentalmente com alguém de carne e osso que apenas conheci no mundo real e que nem sequer tem um nick.

19 de março de 2008

Sabemos que estamos fodidos...

... e que mais uma vez caminhamos inexoravelmente em direcção ao vórtice que abala definitivamente a nossa vida então já em recuperação quando alguém nos volta a murmurar, com aqueles inimitáveis e inigualáveis olhar melífluo e sorriso celestial, que somos a sua razão de existir.

A sério, um dia destes mando capar-me.

18 de março de 2008

Oficial e Cavalheiro

- M'o-or...
- Diz, querida.
- Já tens aqui dois ou três cabelos brancos.
- Já, amorzinho, muitas preocupações e uma década a mais que tu e tal...
- Assim, quando se notarem mais, o que estás a pensar fazer?
- Eu? Eu, nada. Deixa tu de pintar os teus - a propósito, já não estará na hora? Começas a ficar com uma linha de raízes brancas sobre a testa.

17 de março de 2008

O último dos românticos

- Diz-me agora, querido, dentre tantas mulheres com que poderias agora estar a partilhar estes momentos de felicidade divina, porquê eu? De tantas que conheces e com quem te dás, por entre aquelas que te desejam quase tanto como eu te desejo, como reparaste em mim? Sim, eu, que pensava passar despercebida e ser apenas mais um no meio de tantas, porque me escolheste?
- Porque estavas de escala?...

4 de março de 2008

Uma questão de princípios

A propósito de uma coisa que agora não interessa nada, mas que está escarrapachada num post mais abaixo com um enorme sorriso idiota numa cara amarela, uma amiga perguntou-me: Mas e então os princípios?

Na altura evitei a resposta, até porque o empregado do café também parecia extremamente interessado em sabê-la.

Mas a resposta até é simples.

Os princípios, mais ou menos válidos, mais ou menos socialmente aceitáveis, são regras que servem para sustentar ou dar e manter a forma de uma determinada realidade - seja ela um estado pessoal, uma conduta, ou o que seja.

Servem como suporte a algo.

Quando esse algo se começa a desvanecer, desmoronar ou a esvair por entre as, por vezes, fracas (o que, no caso, é perfeitamente indiferente) ligações desses princípios, deixam eles próprios de ter razão de ser e, enfim, existência própria.

Também eles desaparecem no ar com aquilo para que existiram.

Concluindo, não fiz nada de mal, pois aquilo em função do que socialmente se poderia aferir a minha actuação como negativa, pura e simplesmente, já não existe. Em breve, nem no papel.

3 de março de 2008

Acho que...

Começo a ficar um bocado farto de alimentar este gajo.

2 de março de 2008

Já há algum tempo que...

... não deixava aqui uma letra inspiradora. Aqui vai então:

All I've ever wanted was destiny to be fulfilled
It is in my hands, I must not fail, I must not fail

This is the proving ground
As the heat begins to rise
Turn away from yesterday
Tomorrow's in my eyes (Oh!)

Nevermore to be held down
By the ways against me
Nevermore to be cast aside
This day is mine

Even through the darkest days
This fire burns always
This fire burns always

I will not be denied in this final hour
I will not be denied, this day is mine
This passion inside me is burning (Is burning)
This passion inside me is burning (Is burning)

This Fire Burns, Killswitch Engage
É claro que se virem os caramelos ao vivo vão pensar que estou doido, mas que é uma g'anda malha, é.

1 de março de 2008

29 de fevereiro de 2008

... tem muita força.

Obrigado pelo apoio aí de cima, ó tu-sabes-quem.